Biofeedback e métricas de Neurociencia + UX

Biofeedback é um método científico aonde existe rastreamento dos batimentos cardíacos para fins terapêuticos para melhorar o equilíbrio emocional e fisiológico.

Foi cientificamente desenvolvido na Universidade de São Paulo no Centro de Inovação (CIETEC). A empresa NPT possui a marca Intelectus e Cardioemotion com aplicações de benefício para redução de estresse e ansiedade, alívio da depressão, melhora do foco, entre outros. Usando aparelhos de monitoramento, ele mostrará índices de coerência entre coração e cérebro.

O que é biofeedback?

Para explicar o que é biofeedback, traremos neste artigo palavras da Silvana Cracasso, Mestre em Ciências da Saúde, neuropsicopedagoga com estudos em neurofisiologia das emoções.

“Ele analisa o intervalo entre os batimentos cardíacos, indicando o índice emocional. Então, bio de biológico e feedback de resposta. Portanto, se detecta o estado emocional em tempo real. O coração está ligado diretamente ao nervo vago com o cérebro. 80% das respostas emocionais fluem do coração para o cérebro.”

O que é cardioemotion?

Quem nos ajudou a explicar o que é o cardiemotion foi o Dr. Marco Fábio Coghi, professor pós graduado em fisioterapia e diretor do NPT.

“O cardioemotion além de avaliar emoções ajuda as pessoas a treinar como se sentem com avaliação dos batimentos do coração. Com objetivo de ser mais harmônico e ter paz de espírito.”

É isso que a Intelectus faz com objetivos terapêuticos usando cardioemotion e biofeedback de forma resumida.

O que é o biofeedback aplicado ao UX?

O biofeedback aplicado ao UX é uma forma de entender os usuários através de análise das emoções por coerência cardíaca para ser usado em pesquisas qualitativas com especialistas da rede DUXcoworkers, com experiência na análise de emoções com base na neurociência, usabilidade e protocolos desenvolvidos.

Dessa forma, combinamos tecnologia de monitoramento cardíaco com expertise em UX Research para identificar padrões emocionais inconscientes durante a interação do usuário.

Como resultados temos pesquisas mais robustas, decisões de design mais assertivas. Ideal para teste de produtos digitais, jornadas do usuário, experiências de marca e validação de interfaces. Capturamos as reações emocionais que entrevistas tradicionais não conseguem revelar.

Benefícios

Os dados com software mostram carga de estresse, transtorno de memória, trauma, melhora de humor, satisfação, bem-estar, coerência entre pensamento e ação, capacidades do usuário teve de explorar diante dos estímulos colocados.

A CEO da DUXcoworkers, Melina Alves, iniciou seus estudos em neurociência e encontrou o biofeedback aonde aprendeu com a Silvana Cracasso e o Dr. Marco Fábio Coghi no Intelectus e Cardioemotion as técnicas de coerência cardíaca.

O que levou a criação de novos métodos de protocolo em pesquisa e experiência usando neurociência no UX. Com uso adicional ou não de biofeedback.

Novos métodos de protocolo em pesquisa e experiência no UX

Inicialmente os testes de conceito estão muito voltados a experimentação de um novo produto. Além disso, os clientes não sabiam de testes de conceito de usabilidade.

Os métodos de experimentação na usabilidade são voltados a cocriação com dinâmica de prototipar futuros não existentes na jornada de uso. São futuras interações com articulação de outras formas de interação para testar hipóteses criando situações de experimentação.

Para ter novas visões de conceitos e novas formas. O princípio da inovação como gestão de conhecimento foi o que gerou interesse na criação de novos protocolos de pesquisa em experiência.

Afinal, emular futuros é importante para pesquisa de experiência no teste de usabilidade com integrabilidade do usuário como ser humano com protocolos baseados na neurociência.

Um dos trabalhos do pesquisador de UX é analisar como interpretamos padrões e o usuário reage. Basciamente para que as pessoas não precisem pensar muito e ter fricções com jornadas mais simples. No entanto, quando lidamos com aprendizados temos vieses. Bem como as memórias. Isso nos leva ao sistema 1 e 2 do cérebro.

Sistema 1

Os novos protocolos da DUXcoworkers não trabalham apenas com o sistema 1 de rapidez e automático. O sistema 1 do cérebro é intuitivo e automático. O lado que as pessoas ativam para decisões rápidas, sem controle voluntário e sem necessidade de reflexão. Usa heurísticas com atalhos mentais para tomada de decisões com impulsividade.

Sistema 2

Já o sistema 2 usa memória racional e mais consciente. Ponderado com análise, lento e confiável. Com cálculo e demorado.

Você sabia que usando o sistema 2 com consentimento dos usuários, você pode ter benefícios na cocriação de produtos e serviços, além de inúmeras outras aplicações?

Imagine poder projetar o futuro com seus usuários, fazer uma análise profunda e detalhada de seus concorrentes, entender realmente como o usuário se sente, entre outros. Isso pode ser feito em ambiente de pesquisa. Vamos a um mini estudo de caso da DUXcoworkers para explicar como o sistema 2 foi ativado para um cliente de mobilidade no Brasil.

Em 2013 fizemos um teste para carro conectado e a análise era para saber quais tecnologias poderiam ser úteis para ativar seguro, quanto para meios de pagamento.

Foi feita uma projeção com sound design com entrevista em profundidade ativando o sistema 2 do cérebro com luz baixa com ambiente intimista. Provocando situações com vídeos de projeções e perguntando para os usuários opções para resolver situações.

Dessa forma, o usuário conseguiu cocriar e com isso se coletou dados que se tornaram insights, com uso de técnica com protolocolos desenvolvidos pela DUXcoworkers com a rede de inteligência coletiva. Portanto, mais do que testes de análise heurística foram desenvolvidos protocolos de pesquisa em experiência. São eles DILCE, MARIE e RITAS.

DILCE

Este protocolo usa Design, Interação, Linguagem, Contexto e Emoção. Trabalha com 2 tipos de memória: rápido e lento.

Intuitivos com design e interação com heurística e usabilidade. Usando linguagem, contexto e emoções do Norman. Com interpretação e contexto de emoções. Como método científico na semiótica com filosofia de linguagem.

MARIE

É um protocolo com maturidade da solução, aceitação, relacionamento, interação e emoção. Usado para benchmark.

Este protocolo foi usado por um cliente DUXcoworkers do segmento financeiro e virou padrão dentro da empresa.

Pode ser feita uma investigação com IA para avaliar aceitação e análise de maturidade, com avaliação do relacionamento de parceiros estratégicos, identificação de fundadores, se há aceitação com análise de mercado, bem como análise da jornada de experiência de produto.

MARIE faz diferença no processo de decisão de negócios.

RITAS

Resiliência, interesse, tangibilidade, adoção e aceitação, satifação. Ideal para aplicação em design de serviços. Faz uma análise de ecossistema com visão de futuros.

Vamos dar um exemplo. Com RITAS será possível analisar se o usuário tem vocação a fazer a decisão ou não, se a escolha tem presença, existe interesse aos estímulos com projeção para poder tangibilizar e projetar com adoção e satisfação com mapeamento de jornadas.

Portanto, um protocolo que pode ser usado na cocriação com análise profunda sobre as escolhas e preferências com possibilidade de tangibilização, de acordo com o mapa da jornada. Por mais que um serviço ou produto saia dessa colaboração, também terá um cenário aonde poderá ver se a sua aplicação é real e se as outras pessoas usarão ou não.

Benefícios dos protocolos com uso de cardioemotion

O protocolo não depende do dashboard, mas uma cultura de pesquisa baseada em ciência. Ao serem usados com dados biológicos com monitoramento cardíaco com parâmetros como o coração reage a estímulos entre curvas máximas e mínimas com diagnósticos da emoção.

Protocolos baseados em neurociência garantem melhora a usabiilidade dos pesquisadores para eles possam classificar as respostas emoção e contexto de linguagem baseadas em ciência.

Com resultados mais profundos comparados com as tecnologias tradicionais. Com qualidade do report com dados extraídos. Maturidade do pesquisador para entender o contexto. Plano de trabalho com resultados empíricos com protocolos sendo usados com inteligência coletiva para pesquisa em experiência baseado na ciência.

Consentimento do usuário

Em tempos de discussão sobre LGPD e consentimento, as análises do comportamento profundas usando os protocolos de pesquisa e coerência cardíaca para pesquisa de experiência são feitas com consentimento do usuário de forma presencial com coparticipação autorizada. Dados pessoais e sensíveis são protegidos.

Inteligência Coletiva

Os novos protocolos de pesquisa em experiência é uma ideia desenvolvida a partir dos estudos em neurociência da Melina Alves e fruto da colaboração dos coworkers com melhoria dos questionários e processos.

Os nomes feminios foram projetados com objetivos e com acolhimento natural das mulheres pelo molde de trabalho praticado desde a fundação DUXcoworkers com flexibilidade por ser remoto, maternidade friendly, com sistema verticalizado e colaborativo.

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